[Do lat. amare.] Transitivo ou Intransitivo. Amargo ou doce.
No Imperfeito ou no Perfeito do Indicativo, sempre triste.
E na esperança do Futuro do Subjuntivo, será quando a nossa vez?
Bendito Gerúndio! Maldito Platão! Cortou o elemento sexual e fez do platônico uma utopia de sentimentos. Não há realizações, só sonhos. Pode-se pensar, sonhar, viajar, mas nunca realizar o que é pretendido. Talvez Eros, o deus grego do amor possa resolver toda a situação. Mas não! Só sonhos. Perspectivas filosóficas impossíveis.
Seja em diferentes culturas, é sempre a mesma base essencial. Há sempre as mesmas frustrações e tristezas. A gente chega a crer, mas se entedia. Se esquece que não há mais privilégios em amar. Mas veja só! Mesmo calejados e acostumados com a dor, amamos de novo. Batemos na mesma tecla. Se possível 100 vezes. Sabendo do fim, escrevemos a história de novo e de novo. Com pontuações em demasia. Cada vez mais sentimental, mais triste e mais íngreme. E assim aprendemos. Vamos de túnel em túnel procurando a pequena luz de amar. Só não vale desistir, porque a alma pede o amar. Então amamos. Seja artificial ou sobrenatural. Singelo ou escandaloso. Paradoxal ou direto. Direito! Sempre buscando perfeição, e falhando.
E assim somos, amamos, nos perdemos. Sempre na realização do Presente do Indicativo e na forma mais simples de viver com o clichê do “Eu Te Amo”.
alguem aí está com dor-de-cotovelo???
eu nasci com ela.
[Do lat. amare.] Transitivo ou Intransitivo. Amargo ou doce.
No Imperfeito ou no Perfeito do Indicativo, sempre triste.
E na esperança do Futuro do Subjuntivo, será quando a nossa vez?
Que bonito, Higor.
perfeito, higor :)
Hig amando, quem diria….